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 Os concursos públicos para 2015 que são os mais procurados pelos moradores de MUNIZ FERREIRA

Editais abertos: 

Banco do Brasil

Foram abertas 2.499 vagas para cadastro reserva. De acordo com o edital, o posto é o de escriturário, com salário de R$ 2.227,26. Para participar é exigido nível médio completo. Provas objetiva e redação marcadas para 15 de março.

Petrobras

A estatal abriu 47 vagas imediatas e 2.655 para formação de cadastro reserva. O edital oferece chances para níveis médio e superior. As remunerações variam de R$ 3.095,97 a R$ 8.866,74. Provas objetivas serão no dia 8 março.

Conselho Nacional do Ministério Público

O primeiro concurso do órgão oferece 87 vagas para níveis médio e superior. Haverá ainda formação de cadastro reserva. As remunerações variam de R$ 5.007,82 a R$ 8.178,06. As provas serão aplicadas no dia 1º de março.

Secretaria de Segurança Pública do DF (Sesipe)

Serão selecionados 1.100 agentes penitenciários, deste total, 200 para provimento imediato e 900 para CR. O vencimento é de R$ 4.745. O posto exige formação em qualquer curso superior. Segundo o edital, a prova objetiva agendada para 19 de abril. Editais previstos:

Câmara dos Deputados

Mesa Diretora autorizou concurso para o ano que vem. O número de vagas ainda não foi definido, mas haverá chances para níveis médio e superior, com remunerações entre R$ 11.684,43 e R$ 17.684,43. Edital deve sair somente após fevereiro.

Receita Federal

Planejamento afirmou que a previsão orçamentária prevê recursos para contratação de auditores. No entanto, ainda não há definição de número de vagas e data de lançamento do edital

INSS

Foram solicitadas ao Planejamento 4.730 vagas. A seleção vai oferecer oportunidades para técnico do seguro social (2.000), médico perito (1.150) e analista do seguro social (1.580). Os servidores receberão entre R$ 4,8 e R$ 10,8 mil.

Ministério do Planejamento

Recém autorizado pela ministra Miriam Blechior, o concurso vai oferece 556 vagas, sendo 22 para a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Edital deve sair até junho. As chances serão para nível superior, mas os salários não foram divulgados.

Ministério das Comunicações

A pasta pretende abrir concurso com 187 vagas de níveis médio e superior. Para isso, ainda aguarda autorização do Planejamento. Pedido foi feito em maio deste ano.

Polícia Militar do DF

Certame foi autorizado em 2013, mas deve sair só em 2015. Serão oferecidas 204 vagas, sendo 51 imediatas e 153 para CR. Os postos contemplados serão de segundo-tenente dos quadros de oficiais policiais militares e policiais militares capelães.

Secretaria de Fazenda do DF

A realização do concurso já foi autorizada e está adiantada. O órgão já está em fase de escolha da banca organizadora. Serão abertas 100 vagas. Definições sobre cadastro reserva, salários e exigências para o cargo serão divulgadas no edital.

Inmet

O órgão vai abrir 242 vagas e também já está em fase de análise para escolher a organizadora. Os cargos, salários e lotação não foram divulgados, mas já se sabe que haverá chances para Brasília.

Polícia Federal

A Associação Nacional dos Delegados da corporação anunciou que será aberto concurso com 600 vagas até o final de 2015. As chances serão para escrivão (450) e delegado (150). As remunerações, após a reestrutura da carreira chegam a R$ 17 mil.

Ministério do Trabalho e Emprego

O Planejamento ainda analisa o pedido de concurso com 800 vagas feito em maio. O cargo contemplado será o dia auditor fiscal do trabalho, com remuneração de R$ 15.743,64.

Superior Tribunal de Justiça

A assessoria do órgão confirmou que será lançado novo concurso em breve. Não há definição de vagas e cargos, mas as chances deverão ser destinadas a áreas diferentes àquelas abertas no certame realizado em 2012.

IBGE

O instituto solicitou ao Planejamento novas vagas para os postos de técnico, tecnologista e analista. As áreas de atuação e quantidade de oportunidades ainda não foram definidas.

Anac

A agência solicitou, em outubro, abertura de novo concurso público ao Planejamento. Porém, não foram informados número de vagas e áreas de atuação.

ANTT

A agência pretende abrir 670 vagas de níveis médio e superior. O pedido de concurso foi encaminhado em outubro, mas ainda não houve retorno.

Novacap

Autorizado em maio de 2013, o certame deve ficar mesmo para 2015. Serão abertas 379 vagas e cadastro reserva. O Tribunal de Contas do Distrito Federal chegou a multar o secretário de administração por não lançar o concurso.

Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedest)

O concurso foi autorizado em fevereiro deste ano. Serão 200 vagas, sendo 100 para especialista (nível superior) e técnico em assistência social (nível médio). Os salários vão de R$ 4.239,20 a R$ 5.789,36.

Agência Nacional de Águas

Em agosto, a assessoria da agência informou que o pedido do concurso estava em última instância no Planejamento. Serão abertas 32 vagas para analista, que exige nível superior. O salário é de R$ 11.071,29. Lotação na sede, em Brasília.

Anvisa

Órgão aguarda autorização do Planejamento desde agosto. Serão abertas 120 vagas de nível médio. As oportunidades serão para técnico administrativo, com lotação em Brasília. O salário inicial do posto é de R$ 4.760,18.

Tribunal de Contas da União

Autorizado em julho, o certame vai oferecer 30 vagas para os postos de auditor (12) e técnico (18). As vagas serão distribuídas entre o Distrito Federal, Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco e São Paulo.

DNIT

O departamento ainda aguarda autorização do Planejamento. A expectativa é de sejam abertas 1.131 vagas, para postos de níveis médio e superior. Os salários variam de R$ 3.342,50 a R$ 6.647,41.

Ministério da Cultura

Pasta solicitou abertura de 140 vagas de nível superior e 89 de nível médio. Pedido ainda está em análise no Planejamento. As remunerações podem chegar a R$ 6.330,28. [11]




Qual a opção em MUNIZ FERREIRA: parto normal ou cesariana?

O Ministério da Saúde e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicam, nesta quarta-feira (7), resolução que estabelece normas para estímulo do parto normal e a consequente redução de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar.

As novas regras ampliam o acesso à informação pelas consumidoras de planos de saúde, que poderão solicitar às operadoras os percentuais de cirurgias cesáreas e de partos normais por estabelecimento de saúde, por médico e por operadora.

As informações deverão estar disponíveis no prazo máximo de 15 dias, contados a partir da data de solicitação. Atualmente, 23,7 milhões de mulheres são beneficiárias de planos de assistência médica com atendimento obstétrico no País, público-alvo dessas medidas.

As regras foram apresentadas pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, e os diretores da ANS nesta terça-feira (6), em Brasília, e passam a ser obrigatórias em 180 dias. Confira aqui a apresentação da coletiva.

Atualmente, no Brasil, o percentual de partos cesáreos chega a 84% na saúde suplementar. Na rede pública, este número é menor, de cerca de 40% dos partos. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados a prematuridade.

“Não podemos aceitar que as cesarianas sejam realizadas em função do poder econômico ou por comodidade. O normal é o parto normal. Não há justificativa de nenhuma ordem, financeira, técnica, científica, que possa continuar dando validade a essa taxa alta de cesáreas na saúde suplementar. Temos que reverter essa situação que se instalou no País”, enfatizou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

O Ministro reforçou ainda que a redução de cesáreas não é uma responsabilidade exclusiva do poder público, mas de toda a sociedade brasileira. “É inaceitável a epidemia de cesáreas que há hoje no País e não há outra forma de tratá-la senão como um problema de saúde pública”, destacou.

Cartão gestante

Outra mudança trazida pela nova resolução é a obrigatoriedade das operadoras fornecerem o cartão da gestante, de acordo com padrão definido pelo Ministério da Saúde, no qual deverá constar o registro de todo o pré-natal.

De posse desse cartão, qualquer profissional de saúde terá conhecimento de como se deu a gestação, facilitando um melhor atendimento à mulher quando ela entrar em trabalho de parto. O cartão deverá conter também a carta de informação à gestante, com orientações e informações para que a mulher tenha subsídios para tomar decisões e vivenciar com tranquilidade esse período tão especial.

Caberá ainda às operadoras a orientação para que os obstetras utilizem o partograma, documento gráfico onde são feitos registros de tudo o que acontece durante o trabalho de parto.

Nos casos em que houver justificativa clínica para a não utilização do partograma, deverá ser apresentado um relatório médico detalhado. O partograma passa a ser considerado parte integrante do processo para pagamento do procedimento do parto.

Para a gerente de Atenção à Saúde da ANS, Karla Coelho, o instrumento é importante para casos em que, por exemplo, haja troca de médicos durante o trabalho de parto. “Ali diz se a mulher é diabética, tem hipertensão, quais remédios está tomando, como estão as contrações, se há sofrimento fetal, se o parto não progride”, enumera.

Participação da sociedade

A elaboração da Resolução Normativa contou com a participação de toda a sociedade, que teve oportunidade de enviar contribuições para a consulta pública, realizada no período de 24/10 a 24/11/2014.

Foram colocadas em consulta duas minutas de normas: uma sobre o direito de acesso à informação pela gestante, que teve 455 contribuições, das quais 40% foram enviadas por consumidores; e a outra minuta sobre o Cartão da Gestante e a utilização do partograma, que contou com 456 contribuições, sendo 38% de consumidores.

Após análise de todas as propostas enviadas, as minutas foram unificadas e deram origem a uma Resolução Normativa. Entre as principais mudanças implementadas estão a redução do prazo de 30 para 15 dias para informação sobre o percentual de cesarianas pela operadora; maior clareza na definição do método de cálculo e o prazo referente aos percentuais; e a inclusão na Carta de Informação à Gestante dos canais de relacionamento da ANS.

Para o diretor-presidente da ANS, André Longo, essas são medidas indutoras. “Essas iniciativas podem incitar uma mudança de comportamento nos hospitais e se somarão a outras que já estão sendo tomados em conjunto com o Ministério da Saúde”. Ele citou ainda que, caso uma operadora deixe de prestar as informações solicitadas, pagará multa de R$ 25 mil.

Ações para 2015

O incentivo ao parto normal permanece na agenda da ANS em 2015. Entre as ações previstas para o ano está a participação da Agência no Grupo de Trabalho coordenado pelo Ministério da Saúde para a elaboração da Diretriz Clínica para o Parto; a promoção de um seminário sobre boas práticas na atenção ao parto e nascimento; o estímulo à habilitação de hospitais privados à iniciativa Hospital Amigo da Criança e da Mulher; e o desenvolvimento do Plano de Cuidado Nascer Saudável.

Também terá andamento o projeto piloto de atenção ao parto e nascimento implementado a partir de outubro de 2014 em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI).

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Como se proteger do câncer em MUNIZ FERREIRA

Não fume! Essa é a regra mais importante para prevenir o câncer, principalmente os de pulmão, boca, laringe, faringe e esôfago. Ao fumar, são liberadas no ambiente mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas que são inaladas por fumantes e não fumantes. Parar de fumar e de poluir o ambiente fechado é fundamental para a prevenção do câncer.

Alimentação saudável protege contra o câncer. Deve ser variada, equilibrada, saborosa, respeitar a cultura e proporcionar prazer e saúde. Frutas, legumes, verduras, cereais integrais e feijões são
os principais alimentos protetores. Comer esses alimentos diariamente pode evitar o desenvolvimento de câncer. O aleitamento materno é a primeira alimentação saudável. A amamentação exclusiva até os seis meses de vida protege as mães contra o câncer de mama e as crianças contra a obesidade infantil. A partir de então, a criança deve ser amamentada e receber outros alimentos saudáveis até os dois anos ou mais.

Pratique atividades físicas como parte da rotina diária. A atividade física consiste na iniciativa de se movimentar, de acordo com a rotina de cada um. Você pode, por exemplo, caminhar, dançar, trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro para passear, cuidar da casa ou do jardim.

Estar acima do peso aumenta as chances de uma pessoa desenvolver câncer. Por isso, é importante controlar o peso por meio de uma boa alimentação e manter-se ativo.

As mulheres entre 25 e 64 anos devem fazer o exame preventivo ginecológico a cada três anos. Tão importante quanto fazer o exame é saber o resultado e seguir as orientações médicas.
As mulheres com 40 anos ou mais devem se submeter ao exame clínico das mamas anualmente. Aquelas que estiverem entre 50 e 69 anos devem ainda realizar a mamografia a cada
dois anos. Em caso de alterações suspeitas nas mamas, a mulher precisa procurar um médico.

Evite a ingestão de bebidas alcoólicas. Seu consumo, em qualquer quantidade, aumenta o risco de desenvolver câncer. Além disso, combinar bebidas alcoólicas com o tabaco aumenta ainda mais a possibilidade do surgimento da doença.

Evite exposição prolongada ao sol entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar, inclusive nos lábios. Se for inevitável a exposição ao sol durante
a jornada de trabalho, use chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.

Fumo, bebidas alcoólicas, exposição prolongada ao sol, alimentação gordurosa também estão relacionados ao câncer de boca. Fique alerta a qualquer lesão na boca que não cicatrize por mais de 15 dias.

Alguns tipos de vírus, bactérias e parasitas associados a infecções crônicas estão presentes no processo de desenvolvimento do câncer, com destaque para o papilomavírus
humano (HPV).
Além de outras estratégias de prevenção, o uso de preservativos pode contribuir na prevenção da infecção pelo HPV, associada ao câncer do colo do útero, pênis, ânus, orofaringe e boca.

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Pra quem vai na farmácia aqui de MUNIZ FERREIRA: os remédios SIMILARES são a mesma coisa que os de MARCA ?

A Anvisa estabeleceu, nesta segunda-feira (13), os procedimentos e requisitos necessários para que o medicamento similar possa substituir o medicamento de referência.

A medida foi oficializada por meio da publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) Nº 58/2014 no Diário Oficial da União.

Pela nova regra, os similares que já tenham comprovado equivalência farmacêutica com o medicamento de referência da categoria poderão declarar na bula que são substitutos ao de marca.

A medida poderá ser adotada pelos fabricantes a partir de 1º de janeiro de 2015 e terão 12 meses para fazer a alteração nas bulas. A Anvisa também vai manter uma lista atualizada dos similares intercambiáveis para orientar médicos, farmacêuticos e pacientes sobre quais produtos possuem equivalência já comprovada na Agência.

Similares e Referência

A determinação de equivalência dos medicamentos similares é possível devido a determinação da Anvisa de que todos os produtos desta categoria comprovassem que são iguais aos medicamentos de referência.

Em 2003, a Agência publicou a resolução RDC 134/2003, determinando um calendário de 10 anos para a adequação e a apresentação dos testes de biodisponibilidade relativa e equivalência farmacêutica.

Estes testes comprovam que o medicamento similar possui o mesmo comportamento no organismo (in vivo), bem como as mesmas características de qualidade (in vitro) do medicamento de referência.

Até o final de 2014, todos os medicamentos similares do mercado serão tecnicamente iguais aos produtos de referência. Para ser considerado intercambiável o medicamento deve apresentar um dos três testes: bioequivalência, no caso dos genéricos; biodisponibilidade, para os similares; e bioisenção, quando não se aplicam nenhum dos dois casos anteriores. Na prática, o objetivo destas três análises é o mesmo, comprovar a igualdade dos produtos.

Diferenças entre as três categorias de medicamentos

medicamento de referência é inovador, registrado na Anvisa e comercializado no país, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente. A eficácia e segurança do medicamento de referência são comprovadas através de apresentação de estudos clínicos.

medicamento similar é aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, e que desde 2003 passou a comprovar a equivalência com o medicamento de referência registrado na Anvisa. Hoje representam 24% do mercado nacional.

medicamento genérico é aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência. Já é intercambiável pela norma atual e respondem, hoje, por 37% do mercado nacional.

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